É sol!
A noite tem medos que me assombram,
Alguns deles tentam se aninhar em mim,
Mas perdem a força quando vêm o sol,
Que emana de teu sorriso!
Santaroza
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Mulher!
Mulher!
Ta na cara, ta no jeito,
Ta fincado no peito,
É como chuva de verão,
Finca brotos pelo chão.
É mais que isso,
É um feitiço,
É doce que me envenena,
É poesia, é teorema.
Faz frio e é calor,
Faz sorrir mesmo em dor,
É sombra de fim de dia,
É banho de água fria.
Sem nenhuma pretensão,
De ser amor ou paixão,
É de seu jeito de ser,
Todo dia floresce.
Contraditório perfeito,
Na cabeça e no peito,
Néga quando mais quer,
É mulher...
Santaroza
Ta na cara, ta no jeito,
Ta fincado no peito,
É como chuva de verão,
Finca brotos pelo chão.
É mais que isso,
É um feitiço,
É doce que me envenena,
É poesia, é teorema.
Faz frio e é calor,
Faz sorrir mesmo em dor,
É sombra de fim de dia,
É banho de água fria.
Sem nenhuma pretensão,
De ser amor ou paixão,
É de seu jeito de ser,
Todo dia floresce.
Contraditório perfeito,
Na cabeça e no peito,
Néga quando mais quer,
É mulher...
Santaroza
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Tempo!
Tempo!
Clamam as horas lá fora,
Aqui o tempo emperra,
Súbito, como vento,
Árido como nada.
E as rosas? Perguntas,
Se não as vejo, não sei,
E se sei minto?
Ou passo.
O vidro me envolve,
Embora lúcido,
Eu embotado,
De nada não sei.
E o tempo sucede,
Aqui com vagar,
Embora lá fora,
O vento vigie.
Santaroza
Clamam as horas lá fora,
Aqui o tempo emperra,
Súbito, como vento,
Árido como nada.
E as rosas? Perguntas,
Se não as vejo, não sei,
E se sei minto?
Ou passo.
O vidro me envolve,
Embora lúcido,
Eu embotado,
De nada não sei.
E o tempo sucede,
Aqui com vagar,
Embora lá fora,
O vento vigie.
Santaroza
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
PEITO!
Peito!
Me encanta num conto,
Dos teus mais profundos,
De teus submundos,
Me conta e pronto.
Me de tuas senhas,
Teus guizos e chaves,
Entre agudos e graves,
No silencio me tenhas.
Me banha em tua prosa,
De teus entretantos,
Em teus acalantos,
Que eu sei são de rosas.
Me guarda no peito,
Ao lado das flores,
Junto a teus amores,
Um de teus eleitos!
Santaroza
Me encanta num conto,
Dos teus mais profundos,
De teus submundos,
Me conta e pronto.
Me de tuas senhas,
Teus guizos e chaves,
Entre agudos e graves,
No silencio me tenhas.
Me banha em tua prosa,
De teus entretantos,
Em teus acalantos,
Que eu sei são de rosas.
Me guarda no peito,
Ao lado das flores,
Junto a teus amores,
Um de teus eleitos!
Santaroza
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
2011!
2011!
Tem sido assim,
Dias sem fim,
Uma viagem,
Uma sondagem.
Como flores,
Como amores,
De muitos sabores,
De vários atores.
Perseguindo sonhos,
De caminhos risonhos,
Á sombra do muro,
Num lugar seguro.
Não há uma receita,
Nem desta feita,
É só chão e passo,
Num mesmo compasso.
Não há horizonte,
Nem após o monte,
Talvez eu não saiba,
Talvez não me caiba.
Santaroza
Tem sido assim,
Dias sem fim,
Uma viagem,
Uma sondagem.
Como flores,
Como amores,
De muitos sabores,
De vários atores.
Perseguindo sonhos,
De caminhos risonhos,
Á sombra do muro,
Num lugar seguro.
Não há uma receita,
Nem desta feita,
É só chão e passo,
Num mesmo compasso.
Não há horizonte,
Nem após o monte,
Talvez eu não saiba,
Talvez não me caiba.
Santaroza
NATAL!
Natal!
Que todas as luzes do natal
E que toda a luz natural
Tome tua vida de magia
Como se fora poesia.
Que os anjos digam amém
Que fora não fique ninguém
Que seja de paz e amor
Que tenha cores de flor.
Para que possas repartir
E com todos compartir
Da forma que mandou Deus
A todos os filhos seus.
Que seja um portal de esperanças
Que não te esqueças das crianças
Pra que possam frutificar
Conjugando o verbo amar.
Em fim, que seja grandioso
Sem se esquecer do idoso
Passado de teu futuro
Luz de teu dia escuro.
Santaroza
Que todas as luzes do natal
E que toda a luz natural
Tome tua vida de magia
Como se fora poesia.
Que os anjos digam amém
Que fora não fique ninguém
Que seja de paz e amor
Que tenha cores de flor.
Para que possas repartir
E com todos compartir
Da forma que mandou Deus
A todos os filhos seus.
Que seja um portal de esperanças
Que não te esqueças das crianças
Pra que possam frutificar
Conjugando o verbo amar.
Em fim, que seja grandioso
Sem se esquecer do idoso
Passado de teu futuro
Luz de teu dia escuro.
Santaroza
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