Um beijo!
E depois refaz a fala,
Ainda de peito arfando,
Com o sorriso ainda molhado,
E na pontinha dos pés,
Olha pra mim e pro céu,
Como se fora voar!
Santaroza
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Amor!
Amor!
E não me venha dizer
Que amor é regado
Com lágrimas,
Elas só rimam com dor.
E amor tem que ser
Lavado em beijos!
Santaroza
E não me venha dizer
Que amor é regado
Com lágrimas,
Elas só rimam com dor.
E amor tem que ser
Lavado em beijos!
Santaroza
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
PLÁGIO!
Plágio!
No momento o verso caminha desamparado...
Como se por sobre o fio de minha espada,
Dói-me a alma vê-lo assim desembainhado,
De uma forma tão estúpida e escarrada,
O verso é um parto pelas mãos...
É intimidade e cria de seu criador,
O verso é a voz que se dá ao coração,
É a alma que se descortina em amor.
Por isso junto com ele vai meu nome...
Pois dele sou o pai e o autor,
E a ninguém dou o direito que me tome,
Posto ser ele o fruto de meu ardor.
Podeis de mim roubar até a paz...
Mas estarás causando uma guerra,
Pois por meu verso de tudo sou capaz,
Por ele moveria céus e terra!
Santaroza
No momento o verso caminha desamparado...
Como se por sobre o fio de minha espada,
Dói-me a alma vê-lo assim desembainhado,
De uma forma tão estúpida e escarrada,
O verso é um parto pelas mãos...
É intimidade e cria de seu criador,
O verso é a voz que se dá ao coração,
É a alma que se descortina em amor.
Por isso junto com ele vai meu nome...
Pois dele sou o pai e o autor,
E a ninguém dou o direito que me tome,
Posto ser ele o fruto de meu ardor.
Podeis de mim roubar até a paz...
Mas estarás causando uma guerra,
Pois por meu verso de tudo sou capaz,
Por ele moveria céus e terra!
Santaroza
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
maçã!
Maçã!
Que não tenha principio ou fim,
Seja constante, mesmo improvável,
Que se vista de couro ou de cetim,
Seja em mim, mesmo indomável.
Porque te quero além fronteira,
Pra lá de toda a nostalgia,
No berço onde nasce a fogueira,
Que me explode nessa alegria.
Porque tu és a fada madrinha,
A esperança que me toca o peito,
A constância e inconstância minha,
A loucura que mora em meu leito.
Não quero que penses no amanhã,
Nosso amanhã se faz agora,
Essa é uma nova maça,
Que te proponho senhora!
Santaroza
Que não tenha principio ou fim,
Seja constante, mesmo improvável,
Que se vista de couro ou de cetim,
Seja em mim, mesmo indomável.
Porque te quero além fronteira,
Pra lá de toda a nostalgia,
No berço onde nasce a fogueira,
Que me explode nessa alegria.
Porque tu és a fada madrinha,
A esperança que me toca o peito,
A constância e inconstância minha,
A loucura que mora em meu leito.
Não quero que penses no amanhã,
Nosso amanhã se faz agora,
Essa é uma nova maça,
Que te proponho senhora!
Santaroza
ALÉM DO PEITO!
Além do peito!
Ama-me além do seu peito,
Como o pássaro que canta,
Ama-me sem nenhum respeito,
Põem pra fora e me encanta.
Negue se for preciso,
Esconda se for necessário,
Mas entre as paredes e o piso,
Faça de mim seu berçário.
Ama-me em liberdade,
Como se fora andorinha,
Sem nenhuma castidade,
Apenas querendo ser minha.
Declara se for verdade,
Proclama se for de seu gosto,
Sinta-se sempre á vontade,
Para espelhar-me em seu rosto.
Lembre-se só de me amar,
Mesmo que possas mentir,
Sem amor minha vida é mar,
E meu barco pode partir!
Santaroza
Ama-me além do seu peito,
Como o pássaro que canta,
Ama-me sem nenhum respeito,
Põem pra fora e me encanta.
Negue se for preciso,
Esconda se for necessário,
Mas entre as paredes e o piso,
Faça de mim seu berçário.
Ama-me em liberdade,
Como se fora andorinha,
Sem nenhuma castidade,
Apenas querendo ser minha.
Declara se for verdade,
Proclama se for de seu gosto,
Sinta-se sempre á vontade,
Para espelhar-me em seu rosto.
Lembre-se só de me amar,
Mesmo que possas mentir,
Sem amor minha vida é mar,
E meu barco pode partir!
Santaroza
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
és tu!
És tu!
Mulher...
O que teria eu a lhes falar,
Se não, apenas confirmar,
Tudo o que suspeitas de ti.
Sou de ti um devotado,
Sou por ti apaixonado,
Porque sei o teu valor,
Porque busco o teu amor!
Mulher...
Tu que sois face de minha alma,
Trajeto de minha calma,
Paz de meus pesadelos,
Sonho de meus apelos,
Musa de meus rascunhos,
Guerreira de meus punhos,
Sabeis quem sois!
Mulher...
Para ti nada mais preciso dizer,
Alem do amor a te dar,
Mas não posso me calar,
E os demais precisam saber,
Sem ti sou vaso vazio,
Sou prado sem flor,
Sou cálice frio,
Sou eu sem amor!
Santaroza
Mulher...
O que teria eu a lhes falar,
Se não, apenas confirmar,
Tudo o que suspeitas de ti.
Sou de ti um devotado,
Sou por ti apaixonado,
Porque sei o teu valor,
Porque busco o teu amor!
Mulher...
Tu que sois face de minha alma,
Trajeto de minha calma,
Paz de meus pesadelos,
Sonho de meus apelos,
Musa de meus rascunhos,
Guerreira de meus punhos,
Sabeis quem sois!
Mulher...
Para ti nada mais preciso dizer,
Alem do amor a te dar,
Mas não posso me calar,
E os demais precisam saber,
Sem ti sou vaso vazio,
Sou prado sem flor,
Sou cálice frio,
Sou eu sem amor!
Santaroza
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
É sol!
É sol!
A noite tem medos que me assombram,
Alguns deles tentam se aninhar em mim,
Mas perdem a força quando vêm o sol,
Que emana de teu sorriso!
Santaroza
A noite tem medos que me assombram,
Alguns deles tentam se aninhar em mim,
Mas perdem a força quando vêm o sol,
Que emana de teu sorriso!
Santaroza
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