Mulher!
Toda mulher é uma menina,
Se tiver coragem de sonhar ás vezes!
Santaroza
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Até!
Até!
Molha-me a roupa o suor da tarde,
A brisa de lá passa longe daqui,
O tempo descansa á sombra do céu,
Quando nuvens incautas passam correndo.
Quero água, quero um banho,
Se possível em um riacho doce,
E depois sorvete de amoras,
Que foram colhidas ainda no orvalho.
Quero um colo alvo por companhia,
De hálito e beijos refrescantes,
E depois entre o céu e a terra,
Amar até depois!
Santaroza
Molha-me a roupa o suor da tarde,
A brisa de lá passa longe daqui,
O tempo descansa á sombra do céu,
Quando nuvens incautas passam correndo.
Quero água, quero um banho,
Se possível em um riacho doce,
E depois sorvete de amoras,
Que foram colhidas ainda no orvalho.
Quero um colo alvo por companhia,
De hálito e beijos refrescantes,
E depois entre o céu e a terra,
Amar até depois!
Santaroza
ASSIM!
Assim!
E após a chuva,
Estávamos molhados,
Teu calor me embalava,
Eu a envolvia em beijos.
Se o sol tardasse,
Nos acharia assim,
Envoltos em brasas,
E sem pudores!
Santaroza
E após a chuva,
Estávamos molhados,
Teu calor me embalava,
Eu a envolvia em beijos.
Se o sol tardasse,
Nos acharia assim,
Envoltos em brasas,
E sem pudores!
Santaroza
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
UM BEIJO!
Um beijo!
E depois refaz a fala,
Ainda de peito arfando,
Com o sorriso ainda molhado,
E na pontinha dos pés,
Olha pra mim e pro céu,
Como se fora voar!
Santaroza
E depois refaz a fala,
Ainda de peito arfando,
Com o sorriso ainda molhado,
E na pontinha dos pés,
Olha pra mim e pro céu,
Como se fora voar!
Santaroza
Amor!
Amor!
E não me venha dizer
Que amor é regado
Com lágrimas,
Elas só rimam com dor.
E amor tem que ser
Lavado em beijos!
Santaroza
E não me venha dizer
Que amor é regado
Com lágrimas,
Elas só rimam com dor.
E amor tem que ser
Lavado em beijos!
Santaroza
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
PLÁGIO!
Plágio!
No momento o verso caminha desamparado...
Como se por sobre o fio de minha espada,
Dói-me a alma vê-lo assim desembainhado,
De uma forma tão estúpida e escarrada,
O verso é um parto pelas mãos...
É intimidade e cria de seu criador,
O verso é a voz que se dá ao coração,
É a alma que se descortina em amor.
Por isso junto com ele vai meu nome...
Pois dele sou o pai e o autor,
E a ninguém dou o direito que me tome,
Posto ser ele o fruto de meu ardor.
Podeis de mim roubar até a paz...
Mas estarás causando uma guerra,
Pois por meu verso de tudo sou capaz,
Por ele moveria céus e terra!
Santaroza
No momento o verso caminha desamparado...
Como se por sobre o fio de minha espada,
Dói-me a alma vê-lo assim desembainhado,
De uma forma tão estúpida e escarrada,
O verso é um parto pelas mãos...
É intimidade e cria de seu criador,
O verso é a voz que se dá ao coração,
É a alma que se descortina em amor.
Por isso junto com ele vai meu nome...
Pois dele sou o pai e o autor,
E a ninguém dou o direito que me tome,
Posto ser ele o fruto de meu ardor.
Podeis de mim roubar até a paz...
Mas estarás causando uma guerra,
Pois por meu verso de tudo sou capaz,
Por ele moveria céus e terra!
Santaroza
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
maçã!
Maçã!
Que não tenha principio ou fim,
Seja constante, mesmo improvável,
Que se vista de couro ou de cetim,
Seja em mim, mesmo indomável.
Porque te quero além fronteira,
Pra lá de toda a nostalgia,
No berço onde nasce a fogueira,
Que me explode nessa alegria.
Porque tu és a fada madrinha,
A esperança que me toca o peito,
A constância e inconstância minha,
A loucura que mora em meu leito.
Não quero que penses no amanhã,
Nosso amanhã se faz agora,
Essa é uma nova maça,
Que te proponho senhora!
Santaroza
Que não tenha principio ou fim,
Seja constante, mesmo improvável,
Que se vista de couro ou de cetim,
Seja em mim, mesmo indomável.
Porque te quero além fronteira,
Pra lá de toda a nostalgia,
No berço onde nasce a fogueira,
Que me explode nessa alegria.
Porque tu és a fada madrinha,
A esperança que me toca o peito,
A constância e inconstância minha,
A loucura que mora em meu leito.
Não quero que penses no amanhã,
Nosso amanhã se faz agora,
Essa é uma nova maça,
Que te proponho senhora!
Santaroza
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